Monday, November 08, 2004

Hóspede do barulho

Para resumir: passamos a madrugada de sexta transando na minha cama. No sábado, acordei morta de cansaço, mas apaixonada. Fiz café para ele e decidi que não ia deixar transparecer o sentimento. Ele acordou zonzo, como se não soubesse direito onde estava. Droga...

Tomamos café sem trocar muitas palavras. Eu fiquei tímida, de verdade. Ele parecia preocupado. Perguntou se tinha problema o carro na garagem. Disse que não. Falamos do tempo. Que merda. É muita falta de assunto falar do tempo. Mas, como estava chuvoso, ele desistiu de ir à praia, como planejava, e foi ficando.

Pedi licença para tomar banho. M foi atrás. Transamos no chuveiro. Eu encostada na parede, ele me comendo de baixo para cima. Acho que vi essa cena em algum filme. Nove Semanas e Meia, talvez. Foi gostoso, mas eu estava tensa, preocupada com a porra da paixonite. E quando eu estou tensa não me entrego totalmente.

Ele me levou do chuveiro para a cama e beijou minha buceta. Senti que ia flutuar. A língua dele é tão suave que nem parece que é de homem. O telefone tocou insistentemente. Ignorei. Nada podia ser mais importante do que o beijo dele na minha buceta. O interfone tocou e ele parou.

"Será que é algum problema com meu carro?"
"Não, é a vizinha de baixo", menti.

Porra, se preocupar com o carro numa hora dessas é o fim. Fiquei chateada, não consegui gozar. Ele veio para cima de mim e meteu até gozar. Estava sem camisinha. Gozou no meu rosto. Fiquei mais preocupada ainda. Detesto transar sem camisinha. Pensar em doença é o maior corta-tesão. E paixão é uma merda.

Depois disso, inventei uma desculpa e disse que teria que sair. Aí, ele falou que não ia desgrudar de mim nunca mais. Achei que ele estava mais interessado do que eu imaginava e me rendi. Nos certificamos de que o carro podia ficar onde estava e só deixamos o apartamento no domingo à noite. Ele, para ir para casa e eu, para comprar o jornal.

Perdi a conta de quantas vezes transamos. Não chegamos a fazer o kama sutra, mas experimentamos algumas coisas novas. Pelo menos, eram novas para mim. Depois conto os detalhes. Agora estou aqui em casa, pensando que não cheguei a me apaixonar, não. Transaria com outro cara hoje, sem problema. O intensivão de M foi bom para quebrar o encanto. Se ele não me ligar, não vai fazer muita diferença. Se virar uma transa esporádica, ótimo.

Estou de folga e só de calcinha. Abri as cortinas para entrar o sol, enquanto penso se vou para a academia ou não. Meu apartamento dá para um prédio comercial. Não vejo ninguém pelas janelas escuras. Mas tenho certeza de que alguém está me olhando de lá.

E isso me deixa com um tesão...

Ah, se aquele Honda falasse

O motel que M queria ir estava fechado. Eu fiquei feliz, nem quis saber por quê. Ele sugeriu ir para outro, mas eu pedi para a gente namorar no carro.

"Tá louca? Namorar no carro é pedir para ser assaltado!"
"Eu conheço um lugar tranqüilo."

Fomos para meu point, que eu não vou dizer onde é, obviamente. Abaixei um pouco o banco dele e sentei em cima do pau. O Honda é menos confortável do que eu imaginava. Um cotovelada aqui, uma joelhada ali... E nos acomodamos. Sentei e rebolei um pouco, devagar, sentindo todo o pau dentro de mim. Indo e voltando sem pressa de ser feliz. Ele começou a mexer o quadril, impaciente de tanto tesão. Enquanto lambia meus peitos, me fodia mais e mais forte.

Eu não decidi usar saia à toa na sexta-feira. Aliás, o que eu mais gosto numa saia é a possibilidade de transar em qualquer lugar a qualquer momento. Ele meteu, falou baixarias, me chamou de putinha enquanto beijava o bico do meu seio e eu gozei. Duas vezes. M gozou logo depois. Relaxamos um pouco, ouvindo os CDs dele de música eletrônica. Ele falou de umas bandas que nunca ouvi falar na vida, mas claro que não disse isso. Queria mostrar interesse pelas coisas que ele gosta. Senti que ele falava mais do que eu e fiquei preocupada. Me apaixonar seria uma roubada. Mas talvez fosse tarde.

Ele me beijou de novo e botou a mão na minha buceta. Estava molhadinha e sedenta, se é que isso é possível. Me perguntou no ouvido se eu sempre saía sem calcinha. Eu falei que era uma surpresa para ele. M contou que sentiu muito tesão quando me viu na festa do Halloween e que eu sou ainda melhor do que ele imaginava. Meteu dois dedos na minha buceta e levou minha mão até o pau dele. Duro, para variar. Nos masturbamos, sem parar de beijar. Que cara gostoso, gente... Com a outra mão, ele pegou minha bunda e fez coisas que nem tenho coragem de contar. Passamos para o banco de trás e transamos de novo. Eu, de quatro.

O cara parecia ter um fôlego sem fim. E eu pedia mais e mais. Nunca senti tanto tesão. Eu queria beijar todo o corpo dele, ficar totalmente nua, me entregar completamente. O Honda começou a ficar pequeno demais para a gente. Perguntei se ele queria ir para minha casa. Foda-se o porteiro fofoqueiro da madrugada.

O saquê

Tô de folga hoje. Os diretores da empresa estão numa reunião de três dias num resort do Nordeste. Uma dessas reuniões que deveriam ser sobre negócios, novas metas e avaliações do lucro, mas na verdade são de farra, praia e putaria. Eu, uma assistente subalterna, não fui convidada. Ainda bem. Me livrei daqueles velhos assanhados.

E passei o finde com o M. Ele me ligou na sexta-feira, depois que fiz umas 68 promessas para Santo Expedito. Depois vou pagar, juro. M veio me buscar com o Honda preto antes das 22h. Marquei na rua onde ele me deixou de táxi depois da festa do Halloween. Mas entrei no carro e logo expliquei que eu não moro ali, que fiquei a duas quadras da minha casa naquela ocasião porque estava pegando fogo e não queria transar com ele dentro de um táxi. Mentira, claro. Eu saí porque ele estava ridículo de Chapolim e eu não queria que ele visse onde eu morava. Ele achou graça e não fez mais perguntas. Pareceu nem se importar com a mentira.

Dali, seguimos direto para um restaurante japonês em Copacabana. A gente sentou no balcão, pediu saquê e ficou vendo o sushiman trabalhar. M estava cheiroso, charmoso, espirituoso, gostoso. Senti meu corpo esquentar com o saquê e o papo dele. Um sorriso grudou no meu rosto. Começamos a nos beijar ali mesmo, antes do nosso prato ficar pronto. A hottess perguntou se a gente queria um reservado. Garota sábia.

Entramos no reservado junto com o barco de sushis e sashimis. E mais uma garrafa de saquê. Eu dava a comida na boca dele, ele na minha. Paixão é tão clichê... Não demorou para eu abrir a calça do M e botar a mão dentro como um mágico e a cartola. O pau estava enorme, duro, latejando. Dei uma golada de saquê e desci a cabeça.

Chupei o pau todo, do início ao fim. Indo e voltando, lambendo a cabeça, engolindo quase inteiro, o que cabia. Ele acariciava as minhas costas, puxava meu cabelo e pedia mais. Não tenho certeza, mas acho que alguém pensou em entrar no reservado e voltou da porta. Eu estava tão compenetrada no boquete que nem vi quem era. Só senti M tenso. E depois rindo da situação.

Acho que foi o boquete mais gostoso que dei na vida. Ele gozou na minha boca. Dei outra golada de saquê e engoli tudo junto. Uma delícia. Terminamos o jantar explodindo de vontade de começar o sexo de novo. No meio do barco, já pedimos a conta. Seguimos dali para um motel na Niemayer.

Thursday, November 04, 2004

As voltas da vida

Inacreditável a volta que a vida dá em uma semana. Hoje cedo, fui trabalhar dura, dura, dura. Pegar táxi, nem pensar. Fui para o ponto de ônibus, desanimadérrima. Estava cheio de porteiros noturnos, empregadas domésticas e estudantes. Estes, eu gosto de observar. Por enquanto, são apenas moleques espinhudos e punheteiros. Só falam merda e implicam uns com os outros o tempo todo. Mas, daqui a dois ou três anos, vão estar gostosos, sarados e cheios de disposição para tirar o atrasado da adolescência.

Um dos garotos ficou me olhando de rabo de olho. Fingi que não percebi, até que o ônibus dele chegou. Antes de subir, deu uma última olhada para mim. Eu passei a língua nos lábios e fiz cara de safada. Ele ficou vermelho e abaixou a cabeça, tentando esconder o sorriso. Sorriso bonito, por sinal. Deve estar tocando punheta até agora. Hahaha...

Aquilo me distraiu um pouco. Também gosto de fantasiar. Mas meu ônibus começou a atrasar e eu fiquei preocupada. Voltar do feriado com uma desculpa de pobre ("o ônibus quebrou, sabe...") é o fim. Ninguém acredita. Dividia meus pensamentos entre o estudante gostosinho e o chefe chato até que um Honda preto parou perto do ponto e buzinou. Não conhecia o cara, achei que não era para mim. Mas ele abriu o vidro e falou:

"Ô, mulher-gato, não se lembra de mim? Sou eu, o Chapolim!"

"Putaquepariu!", pensei. Entrei no carro e logo descobri que, além de um Honda com aquele cheiro afrodisíaco de novo, Chapolim é um gato bem interessante sem a roupa ridícula de herói mexicano. Fomos conversando amenidades até o centro. Ele pediu desculpa, porque ainda não tinha me ligado. Nem chegou a descobrir que eu dei o número errado. Sorte minha. Vi que Chapolim, ou melhor, M é um cara apaixonável.

Fiquei tímida, não chegamos nem perto de falar sobre sexo, sobre o que rolou no táxi ou o que estava acontecendo naquele momento nas minhas partes baixas. Ele me deixou no trabalho com dois beijinhos no rosto. Senti seu cheiro e fiquei emocionada (ahahahaha, exagero!). Antes de sair do carro, dei meu "novo" número, o celular, o número do trabalho, o e-mail... Só não dei o endereço do blog porque isso é segredo - e queimaria meu filme. Para garantir que vou vê-lo de novo, peguei os números dele também.

Agora, estou em casa, me segurando para não ligar primeiro. Quero estrear aquele Honda, banco a banco. E tomara que seja logo. Ai, deixa eu fechar os olhos e imaginar o M um pouquinho...

Tuesday, November 02, 2004

Transa amiga

Abri a porta devagar, com medo do B ter trazido a ninfeta chata. Ele é o tipo de cara que força a barra de vez em quando. Pelo menos foi assim na nossa primeira vez, na casa dele. Mas respeitou dessa vez minha vontade e veio sozinho. Cheio de sede.

- Alguém pediu um sex delivery? - brincou o puto.

O bom de transar com um amigo é que você não tem pudores, não faz joguinho. Rimos o tempo todo. A gente se conhece, sabe bem do que o outro gosta e não gosta. Implica e fode. Ri, provoca, fode mais. Depois dá tchau e se liga no dia seguinte, combinando um programa de amigo. "No stress" é o lema de uma transa amiga.

Então, B entrou, brincando de sex delivery, e eu caí de joelhos. Abri a calça jeans dele e botei a boca naquele pau gostoso. É macio, um tesão. Parece até que já conhece minha língua, o "garoto". Chupei enquanto tirava minha roupa e acariciava meus próprios mamilos, cheia de tesão. B passava as mãos nos meus cabelos e mexia o quadril levemente, enquanto eu lambia a cabeça, o saco, todo o pau... E engolia fundo. Hummm... Delícia. Me dá tesão lembrar.

Ele viu que eu estava louca para dar e me travou no chão mesmo. Não dava tempo de ir para a cama. Meteu o pau duro na minha buceta bem devagar e foi aumentando o ritmo aos poucos. É bom sentir o pau do B dentro de mim. Vi que ia gozar logo... Ele começou a falar baixarias no meu ouvido:

- Putinha gostosa... Adoro fuder você...
- Me fode mais, fode... Quero gozar muito...

B meteu mais forte, minha buceta estava inchada... Agarrei as costas dele e gozei. Senti as pernas ficarem bambas, queria parar o mundo. Ele me virou de quatro e meteu mais, mais e mais. Enquanto segurava os meus peitos, continuava dizendo baixarias... Hummm... Adoro aquilo. Fico louca. E ele sabe. toquei no meu clitóris e gozei de novo. Dessa vez, junto com o B. Eu sei que dizer isso corta o tesão, mas queria que a gente fosse mais do que amigos. O problema é que, quando a amizade se mistura com sexo, não tem jeito. Fico feliz de continuar bem com ele. B é meu melhor amigo. E o mais gostoso também.

Depois do gozo, voltamos a implicar um com o outro. Tomamos banho, pedimos uma pizza e transamos de novo. Dessa vez , na cama, com a TV ligada. Sentei no pau dele e rebolei até ele explodir dentro de mim. Depois, ele voltou a falar sobre a ninfeta e eu o mandei partir. Ah, que saco. Falar de outra estraga qualquer clima...

Possessiva até com os amigos

B me telefona para falar de uma menina com quem está saindo: "Gostosa, ninfeta, um tesãozinho".

"Você me ligou para elogiar outra mulher, é?"
"Você acha que eu ia contar que ela é chatinha e parece muito mais bonita quando está calada? Homem gosta de contar vantagem, Bruna..."
"Então, liga para outro homem. Mulher gosta de ouvir dramalhões mexicanos..."
"Quer sair com a gente hoje?"

Eu sabia que ele ia chegar nesse ponto. Como me irrita essa coisa de "duas contra um". Ô, fantasia boba. A maioria dos homens que passaram pela minha vida não deram conta de mim... Como podem querer botar outra na história?

"Nem conheço a menina... E essa coisa de duas mulheres não é a minha, você sabe."
"Como você é careta, Bruna. Ela já topou, quer te conhecer. E você não precisa tocar nela, cuida só de mim..."
"Sou possessiva. Cuido de você sozinha ou não cuido."

Meia hora depois, ele já estava batendo aqui na porta. Amanhã conto como foi. B está me chamando no chuveiro.

Sunday, October 31, 2004

Transei com um Cone

B me arrastou para um Halloween na casa de uns gringos. Alto Leblon, casa chiquérrima, segurança na porta. Botei minha fantasia de mulher-gato (meia-arrastão, máscara, minissaia e colant de couro) e peguei um táxi. Não quis que B me buscasse em casa. Sabe como é porteiro, né? Adora fazer fofoca: "Um foi embora de manhã e ela já tá dando para outro hoje..." Ah, me poupe dessa mania de pobre.

Cheguei na festa sozinha, crente que ia abafar. Mas me deparei com umas 987 mulheres-gato pela frente. "Fssssss...", fizeram elas, mostrando as garras, na minha imaginação. Todas pareciam estar dando em cima dos gringos. Como eu prefiro um sangue latino, quente e abusado, não esquentei com elas.

B foi atrás de uma anjinha e sumiu. Um cara vestido de Chapolim se aproximou de mim em exatos 12 segundos. Eu contei. Mas, na boa, como um cara tem a coragem de chegar numa mulher com uma fantasia daquelas? Mandei um olhar do tipo "sigam-me os bons" para um moreno que estava vestido de cone de trânsito, bem atrás do Chapolim. Ele já tinha sacado que eu não gostei do papinho furado do herói mexicano e veio todo felizinho.

No caminho para o banheiro, já rolou o primeiro beijo. Senti um calor tomar meu corpo, senti o pau dele latejando, fiquei louca de tesão. O cara era bom. Me levou para um banheiro no segundo andar. Levantou minha saia, me sentou na pia e meteu forte. Nada como já sair de casa de cinta-liga e sem calcinha. O "cone" do cara era razoável, tamanho médio, grosso. Muito duro. Ele tinha uma pegada agressiva, gostei. Gozei logo, nem parecia que tinha transado duas vezes com o F na noite anterior. Parecia que eu não fudia há séculos. Ele também não demorou a gozar. Eu estava especialmente gostosa, eu sei.

O problema é que a coisa foi tão rápida que nem deu tempo para eu tirar minha máscara. Depois da transa, marquei com ele na varanda em "5 minutinhos", mas o cara errou de mulher-gato e abraçou uma outra menina. Pô, não acreditei que o Cone não sabia qual das 987 mulheres-gato da festa ele tinha acabado de comer no banheiro. Maior humilhação.

Mas o coitado acabou se dando mal, porque o namorado da menina que ele abraçou estava por perto, fantasiado de lutador de jíu-jitsu. O Cone foi jogado no chão, apanhou horrores. Mó baixaria. Os seguranças entraram em ação, a garota deu um chilique...

Na confusão, saí de fininho com o Chapolim. Só queria alguém para dividir o táxi, já que o B sumiu com a anjinha. No carro, Chapolim insistiu para eu ir até a casa dele, passou a mão nos meus peitos, de leve enquanto tentava me beijar, e o taxista percebeu. Não sei qual deles estava com mais tesão. Quase dei, por compaixão. Seria o terceiro "sim" em menos de 24 horas. Melhor não. Nisso, Chapolim levou minha mão até o pau dele. Aquela pica estava quase furando a fantasia. Vi que era grande, bem maior do que o do Cone. Fiquei excitada e ele tentou tocar minha buceta. Senti que estava completamente molhada, levada pelo tesão dele, o pau duro por baixo da fantasia vermelha, o olhar do taxista no retrovisor... Pensei rápido e menti:

- Estou com vontade de vomitar, vamos deixar para amanhã... Você me liga?

Ele topou. Dei um número de telefone falso, claro. Sem querer querendo.

Saturday, October 30, 2004

Entre risos e gemidos (falsos)

Mandei F seguir seu rumo (não o seu, o dele), procurar sua laia, ir à luta e ser feliz. Não porque ele não sabia quem era "Chico", esse é um problema sério dos homens superficiais. O fato é que o relacionamento venceu. Relacionamento tem prazo de validade, você sabe. E este durou só seis meses. Alimento perecível é isso aí.

Mas a verdade é que mandei F embora porque estava exausta de fingir na cama. E não apenas o orgasmo. O cara tem a péssima mania de contar piadas durante o sexo. De português, viúva, papagaio, loura... Nada escapa ao F. E eu passei a achar aquilo tããão sem graça e sem propósito. Acho que, no fundo, ele queria desviar minha atenção de certos detalhes , pequenos detalhes, se é que você me entende.

Certa vez, não ri e ele achou que eu não tinha entendido a piada. Parou a transa no meio para EXPLICAR. Pô, depois dessa passei a fingir que achava todas hilárias. Cada um que me aparece...

Que venha o próximo. E deixa eu me aprontar, porque hoje é sábado e eu quero festa, quero rua, quero é me apaixonar...

Chico

"Vida, minha vida, olha o que é que eu fiz..."

Sonhei que estava no fundo do poço. Copacabana, bolsa na mão, salto no pé, saia no alto da coxa. Encostada num carro de bacana, bem na área dos travestis. Eles estavam vindo correndo na minha direção, queriam me linchar, quando Chico passou andando. Blasé, tomando uma capirinha e cantando "Vida, minha vida...". No desespero, soltei um grito:

- Chico, me leva!
- Por quanto?
- Ih, só tenho cinco real aqui.
- Tá bem, me paga uma capirinha, moça.

E aí acordei com o F perguntando: "Quem é Chico, mulher? Quem é Chico?".